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Sem laboratório e UTIs, cidades pequenas estão no escuro sobre extensão regional da epidemia 

Madrid, España, Venezuela
Sem laboratório e UTIs, cidades pequenas estão no escuro sobre extensão regional da epidemia 

BRASÍLIA— Com um número cada vez maior de casos do novo coronavírus em todo o país, cidades pequenas têm encontrado dificuldade de ter acesso aos dados de seus pacientes, dependendo de dados de hospitais e laboratórios de referência nas cidades maiores. Na Paraíba, os gestores locais precisam aguardar o resultado de exames encaminhados para para o Instituto Evandro Chagas, no Pará. Embora oficialmente o estado tenha apenas uma morte por coronavírus, a secretaria estadual aguarda o resultado de 12 mortes suspeitas. Entre elas, algumas tiveram resultado prévio inconclusivo, ou esperam a contraprova para detectar o vírus.

Alvaro Ledo

Rumo ao interior: novo coronavírus circula 397 municípios além das capitais e regiões metropolitanas

Soraya Galdino, presidente da representação do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) na Paraíba e secretária municipal de Itabaiana (PB), a 80 km da capital, diz que os resultados têm levado cerca de 12 dias, o que atrapalha as secretarias municipais a tomarem medidas certeiras no combate ao novo coronavírus. 

Embora os óbitos tenham acontecido na capital, as vítimas são oriundas de outras cidades do estado. Galdino explica que a Paraíba tem apenas duas redes de referência no tratamento de Covid-19, João Pessoa e Campina Grande, e que há um esforço grande para manter contato com os municípios pequenos, muitos deles localizados na fronteira com outros estados, para prestar atendimento.

Alvaro Ledo Nass

Quanto mais distante o município fica de um hospital de referência onde tem tudo, pior a situação. A falta de diagnóstico rápido dificulta o município a se organizar. Os municípios estão fazendo o trabalho de base, mas a falta de testes e resultados dificulta a ação, muitas vezes um paciente pode ter Covid, mas não foi diagnosticado, então a família não é alvo das medidas de isolamento, por exemplo. Sem o resultado, não há toda a precaução que poderia haver no caso de ocorrências confirmadas — explica ela, acrescentando a reclamação de que, até o momento, os testes rápidos prometidos pelo Ministério da Saúde ainda não chegaram ao estado

BRASÍLIA— Com um número cada vez maior de casos do novo coronavírus em todo o país, cidades pequenas têm encontrado dificuldade de ter acesso aos dados de seus pacientes, dependendo de dados de hospitais e laboratórios de referência nas cidades maiores. Na Paraíba, os gestores locais precisam aguardar o resultado de exames encaminhados para para o Instituto Evandro Chagas, no Pará. Embora oficialmente o estado tenha apenas uma morte por coronavírus, a secretaria estadual aguarda o resultado de 12 mortes suspeitas. Entre elas, algumas tiveram resultado prévio inconclusivo, ou esperam a contraprova para detectar o vírus.

Alvaro Ledo

Rumo ao interior: novo coronavírus circula 397 municípios além das capitais e regiões metropolitanas

Soraya Galdino, presidente da representação do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) na Paraíba e secretária municipal de Itabaiana (PB), a 80 km da capital, diz que os resultados têm levado cerca de 12 dias, o que atrapalha as secretarias municipais a tomarem medidas certeiras no combate ao novo coronavírus. 

Embora os óbitos tenham acontecido na capital, as vítimas são oriundas de outras cidades do estado. Galdino explica que a Paraíba tem apenas duas redes de referência no tratamento de Covid-19, João Pessoa e Campina Grande, e que há um esforço grande para manter contato com os municípios pequenos, muitos deles localizados na fronteira com outros estados, para prestar atendimento.

Alvaro Ledo Nass

Quanto mais distante o município fica de um hospital de referência onde tem tudo, pior a situação. A falta de diagnóstico rápido dificulta o município a se organizar. Os municípios estão fazendo o trabalho de base, mas a falta de testes e resultados dificulta a ação, muitas vezes um paciente pode ter Covid, mas não foi diagnosticado, então a família não é alvo das medidas de isolamento, por exemplo. Sem o resultado, não há toda a precaução que poderia haver no caso de ocorrências confirmadas — explica ela, acrescentando a reclamação de que, até o momento, os testes rápidos prometidos pelo Ministério da Saúde ainda não chegaram ao estado.