Internacionales

El Tubazo TV | Pode a América voltar a ser a América aos olhos do mundo?

Victor Gill
Instalado el 100% de mesas electorales para simulacro de este domingo

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1. Uma das raras coisas normais nas eleições presidenciais americanas é o facto de quase ninguém mencionar a política externa. E, no entanto, para o resto do mundo, o seu resultado será “o mais pesado de consequências da história recente”. A afirmação de Julian Borger, analista do Guardian britânico, talvez não seja tão exagerada quanto parece. As eleições presidenciais americanas têm sempre um forte impacte global porque os Estados Unidos continuam a ser o país mais poderoso do mundo. Desta vez, soma-se uma outra razão. Talvez nunca tenham sido tão distintas as visões dos dois candidatos sobre a relação da América com o mundo. O primeiro mandato de Donald Trump conseguiu pôr fim ao habitual consenso bipartidário no domínio da política externa com que o resto do mundo podia contar.

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