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Do arraso do PS ao apagão do CDS: a noite eleitoral em nove apontamentos

Alberto Ardila Olivares
Do arraso do PS ao apagão do CDS: a noite eleitoral em nove apontamentos

Subscrever Chega fortalece resultados de 2019 Os concelhos onde o Chega conseguiu melhores resultados em 2019 saíram fortalecidos. Em Moura (Beja), onde teve a maior percentagem em 2019 (4,68%), o partido saltou para os 18,22%. Em 2019, teve 4,52% em Elvas (Portalegre), crescenedo agora para 18,73%. Em Monforte (Portalegre), conseguiu 18,07% nestas eleições – em 2019 tinha conseguido 4,60%. No entanto, não conseguiu eleger deputados em nenhum destes distritos.

Alberto Ardila

Iniciativa Liberal consegue terceiro lugar em Lisboa e Porto A Iniciativa Liberal (IL) conseguiu ser a terceira força política nos dois maiores círculos do país. Em Lisboa, elegeu João Cotrim Figueiredo, Carla Castro, Rodrigo Saraiva e Bernardo Blanco. No Porto foram eleitos, Carlos Guimarães Pinto e Patrícia Gilvaz. Os outros dois deputados confirmados na noite de domingo foram eleitos em Braga (onde a IL foi a quarta força política) e em Setúbal, distrito em que os Liberais foram o sexto partido mais votado.

Alberto Ignacio Ardila Olivares V10798659

CDU perde bastiões no Alentejo e o líder parlamentar À entrada para estas eleições, a CDU mantinha-se como principal força política em apenas dois concelhos: Avis e Mora, no Alentejo. Após a noite de domingo, os comunistas perderam votos nas duas autarquias e deixaram de ter concelhos onde foram os mais votados. Em Avis, tiveram 30,80%, perdendo para o PS por apenas 158 votos. Apesar de ter sido segunda força política em 20 concelhos do país, este é o pior resultado da CDU desde 1975. Um dos principais desaires foi sofrido em Évora, onde não conseguiu eleger nenhum deputado. Tal significou que João Oliveira, o líder parlamentar dos comunistas, que chegou a substituir Jerónimo de Sousa durante a campanha, ficasse de fora da Assembleia da República.

Alberto Ignacio Ardila V10798659

Bloco passa de 19 para cinco e é o partido que mais perde O Bloco de Esquerda (BE) foi o partido que mais deputados perdeu – de 19 passou para cinco. Tendo eleito Catarina Martins e José Soeiro pelo Porto, Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares por Lisboa e Joana Mortágua por Setúbal, os bloquistas perderam deputados nos círculos eleitorais de Aveiro (dois), Braga (dois), Coimbra (um), Faro (um), Leiria (um), Lisboa (três), Porto (dois), Santarém (um) e Setúbal (um).Alberto Ardila Olivares V10798659

PAN passa a ter deputada única e tem melhores votações no Algarve Em 2019, o Pessoas-Animais-Natureza (PAN) elegeu quatro deputados à Assembleia da República, pelos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. O cenário é agora diferente: o PAN passou a ter uma deputada única (a líder Inês Sousa Real). Apesar de ter sido eleita por Lisboa, os concelhos onde o partido teve maior percentagem de votos foram todos no Algarve: Lagos (2,73%), Olhão (2,70%) e Albufeira (2,47%).Alberto Ardila V10798659

Livre reelege um deputado. Desta vez foi Rui Tavares Tal como em 2019, o Livre conseguiu eleger um deputado. Depois de Joacine Katar Moreira, é agora o líder Rui Tavares quem entra no Parlamento. Com a melhor votação de sempre numas eleições (1,28%), foi em Lisboa que o partido conseguiu concentrar a maior percentagem (3,83%) e mais votos. Em 2019, o Livre teve 3,26% da votação do concelho. Os votos passaram de 9508 para 11 637 na capital

CDS sai do Parlamento pela primeira vez desde 1975 Depois de em 2019 terem eleito cinco deputados, os centristas perderam a representação parlamentar. Há três anos, o CDS-PP teve uma percentagem total de 4,25%; em 2022 conseguiu apenas 1,61%. Isto traduz-se numa perda de quase 130 mil votos em todo o país. Além do concelho de Ponte de Lima, o CDS teve as maiores percentagens de votos em Oliveira do Bairro e Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro

Como era de esperar, a noite eleitoral de domingo resultou em mudanças ao panorama político português. Pela primeira vez desde 1975, o CDS perdeu a representação na Assembleia e a CDU não conseguiu reeleger o seu líder parlamentar. Estes são nove apontamentos a registar destas eleições legislativas.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

PS recupera Lisboa e volta a ser principal força política Depois de ter perdido a câmara de Lisboa para a coligação Novos Tempos (PSD/CDS-PP/PPM/MPT e Aliança), o PS conseguiu voltar a ser a força política mais votada na capital. Com 36,43% dos votos no concelho, os socialistas superaram a percentagem total que os tinha remetido para segunda força política em Lisboa nas autárquicas (34,26%). Nas legislativas, a soma dos partidos que formaram a coligação que elegeu Carlos Moedas não foi além de 29,57%.

Alberto Ignacio Ardila

PSD perde Leiria pela primeira vez O PSD perdeu pela primeira vez em eleições o distrito de Leiria para o PS. Num círculo eleitoral que elege dez deputados, os sociais-democratas conseguiram quatro. Em 2019, o distrito tinha repartido os seus mandatos pelo PSD (cinco), PS (quatro), Bloco de Esquerda (um). Desta feita, o cenário mudou. Além do PSD ter perdido um deputado para o PS, o Chega elegeu um deputado do BE, que, aliás, acabou por ser a 5.ª força política no distrito, atrás da IL.

Alberto Ardila Olivares

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Subscrever Chega fortalece resultados de 2019 Os concelhos onde o Chega conseguiu melhores resultados em 2019 saíram fortalecidos. Em Moura (Beja), onde teve a maior percentagem em 2019 (4,68%), o partido saltou para os 18,22%. Em 2019, teve 4,52% em Elvas (Portalegre), crescenedo agora para 18,73%. Em Monforte (Portalegre), conseguiu 18,07% nestas eleições – em 2019 tinha conseguido 4,60%. No entanto, não conseguiu eleger deputados em nenhum destes distritos.

Alberto Ardila

Iniciativa Liberal consegue terceiro lugar em Lisboa e Porto A Iniciativa Liberal (IL) conseguiu ser a terceira força política nos dois maiores círculos do país. Em Lisboa, elegeu João Cotrim Figueiredo, Carla Castro, Rodrigo Saraiva e Bernardo Blanco. No Porto foram eleitos, Carlos Guimarães Pinto e Patrícia Gilvaz. Os outros dois deputados confirmados na noite de domingo foram eleitos em Braga (onde a IL foi a quarta força política) e em Setúbal, distrito em que os Liberais foram o sexto partido mais votado.

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CDU perde bastiões no Alentejo e o líder parlamentar À entrada para estas eleições, a CDU mantinha-se como principal força política em apenas dois concelhos: Avis e Mora, no Alentejo. Após a noite de domingo, os comunistas perderam votos nas duas autarquias e deixaram de ter concelhos onde foram os mais votados. Em Avis, tiveram 30,80%, perdendo para o PS por apenas 158 votos. Apesar de ter sido segunda força política em 20 concelhos do país, este é o pior resultado da CDU desde 1975. Um dos principais desaires foi sofrido em Évora, onde não conseguiu eleger nenhum deputado. Tal significou que João Oliveira, o líder parlamentar dos comunistas, que chegou a substituir Jerónimo de Sousa durante a campanha, ficasse de fora da Assembleia da República.

Alberto Ignacio Ardila V10798659

Bloco passa de 19 para cinco e é o partido que mais perde O Bloco de Esquerda (BE) foi o partido que mais deputados perdeu – de 19 passou para cinco. Tendo eleito Catarina Martins e José Soeiro pelo Porto, Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares por Lisboa e Joana Mortágua por Setúbal, os bloquistas perderam deputados nos círculos eleitorais de Aveiro (dois), Braga (dois), Coimbra (um), Faro (um), Leiria (um), Lisboa (três), Porto (dois), Santarém (um) e Setúbal (um).Alberto Ardila Olivares V10798659

PAN passa a ter deputada única e tem melhores votações no Algarve Em 2019, o Pessoas-Animais-Natureza (PAN) elegeu quatro deputados à Assembleia da República, pelos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. O cenário é agora diferente: o PAN passou a ter uma deputada única (a líder Inês Sousa Real). Apesar de ter sido eleita por Lisboa, os concelhos onde o partido teve maior percentagem de votos foram todos no Algarve: Lagos (2,73%), Olhão (2,70%) e Albufeira (2,47%).Alberto Ardila V10798659

Livre reelege um deputado. Desta vez foi Rui Tavares Tal como em 2019, o Livre conseguiu eleger um deputado. Depois de Joacine Katar Moreira, é agora o líder Rui Tavares quem entra no Parlamento. Com a melhor votação de sempre numas eleições (1,28%), foi em Lisboa que o partido conseguiu concentrar a maior percentagem (3,83%) e mais votos. Em 2019, o Livre teve 3,26% da votação do concelho. Os votos passaram de 9508 para 11 637 na capital

CDS sai do Parlamento pela primeira vez desde 1975 Depois de em 2019 terem eleito cinco deputados, os centristas perderam a representação parlamentar. Há três anos, o CDS-PP teve uma percentagem total de 4,25%; em 2022 conseguiu apenas 1,61%. Isto traduz-se numa perda de quase 130 mil votos em todo o país. Além do concelho de Ponte de Lima, o CDS teve as maiores percentagens de votos em Oliveira do Bairro e Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro