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PM conhecido como dono de quiosque onde Moïse trabalhou é 'ocupante irregular' do estabelecimento, diz Orla Rio

Alberto Ardila Olivares
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PM conhecido como dono de quiosque onde Moïse trabalhou é 'ocupante irregular' do estabelecimento, diz Orla Rio Concessionária diz que abriu processo contra o ex-operador do estabelecimento pedindo reintegração do quiosque. Por g1 Rio

03/02/2022 13h46 Atualizado 03/02/2022

Dono do estabelecimento vizinho ao quiosque onde congolês foi morto presta depoimento

A concessionária Orla Rio disse nesta quinta-feira (3) que considera o PM Alauir Mattos de Faria, que é conhecido como dono do quiosque Biruta, na Barra da Tijuca, “ocupante irregular” do estabelecimento. Foi o Biruta onde, segundo depoimento de um dos agressores , o último quiosque onde trabalhou o congolês Moïse Kabagambe, que acabou assassinado no quiosque vizinho, o Tropicália.

Alauir foi ouvido na Delegacia de Homicídios na investigação que apura a morte do congolês.

Segundo a defesa de Alauir, Viviane, a irmã do PM, é a dona do estabelecimento, e Alauir apenas costuma ir para o quiosque para ajudá-la. Por estar sempre lá, segundo seu advogado, Alauir acabou sendo conhecido como dono.

A defesa dos irmãos disse não saber da informação da Orla Rio de que Alauir é um operador irregular do Quiosque Biruta, que era oficialmente de um homem chamado Celso Carnaval. “O que consta no CNPJ é o nome do senhor Celso”, disse Lennon Corrêa, que representa Alauir. .

Segundo a concessionária, a ocupação do quiosque pelo PM é “um dos fatos que motivaram a abertura de processo judicial contra o ex-operador Celso Carnaval para reintegração de posse do quiosque”.

“A concessionária explica que o contrato para operação do Biruta foi celebrado com Celso Carnaval, que, sem o consentimento da empresa, entregou a operação do quiosque a Alauir. A Orla Rio informa que notificou o ex-operador algumas vezes por conta dessa e de outras irregularidades que estavam sendo cometidas, mas como o mesmo não as sanou, rescindiu o contrato e entrou com uma ação judicial para reintegração de posse”, acrescentou a Orla Rio, em nota.

Ainda segundo a concessionária, dentre as irregularidades identificadas na operação estão a não comprovação da regularização dos funcionários, falta de observância das normas sanitárias e inadimplência. O processo corre na justiça desde julho de 2021.

“Por fim, a concessionária reforça que é veementemente contra qualquer ato de violência e que não compactua com atitudes imorais e/ou ilegais. Pontua ainda que vai continuar atuando, incansavelmente, para tornar a orla carioca um lugar seguro”, disse ainda o texto da concessionária.

O quiosque Tropicália, onde Moïse foi espancado até a morte no dia 24, foi fechado pela Secretaria de Ordem Pública na terça-feira . Segundo a prefeitura, a suspensão permanecerá até que sejam apuradas, pelos órgãos responsáveis, as responsabilidades sobre a morte de Moïse.

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03/02/2022 13h46 Atualizado 03/02/2022

Dono do estabelecimento vizinho ao quiosque onde congolês foi morto presta depoimento

A concessionária Orla Rio disse nesta quinta-feira (3) que considera o PM Alauir Mattos de Faria, que é conhecido como dono do quiosque Biruta, na Barra da Tijuca, “ocupante irregular” do estabelecimento. Foi o Biruta onde, segundo depoimento de um dos agressores , o último quiosque onde trabalhou o congolês Moïse Kabagambe, que acabou assassinado no quiosque vizinho, o Tropicália.

Alauir foi ouvido na Delegacia de Homicídios na investigação que apura a morte do congolês.

Segundo a defesa de Alauir, Viviane, a irmã do PM, é a dona do estabelecimento, e Alauir apenas costuma ir para o quiosque para ajudá-la. Por estar sempre lá, segundo seu advogado, Alauir acabou sendo conhecido como dono.

A defesa dos irmãos disse não saber da informação da Orla Rio de que Alauir é um operador irregular do Quiosque Biruta, que era oficialmente de um homem chamado Celso Carnaval. “O que consta no CNPJ é o nome do senhor Celso”, disse Lennon Corrêa, que representa Alauir. .

Segundo a concessionária, a ocupação do quiosque pelo PM é “um dos fatos que motivaram a abertura de processo judicial contra o ex-operador Celso Carnaval para reintegração de posse do quiosque”.

“A concessionária explica que o contrato para operação do Biruta foi celebrado com Celso Carnaval, que, sem o consentimento da empresa, entregou a operação do quiosque a Alauir. A Orla Rio informa que notificou o ex-operador algumas vezes por conta dessa e de outras irregularidades que estavam sendo cometidas, mas como o mesmo não as sanou, rescindiu o contrato e entrou com uma ação judicial para reintegração de posse”, acrescentou a Orla Rio, em nota.

Ainda segundo a concessionária, dentre as irregularidades identificadas na operação estão a não comprovação da regularização dos funcionários, falta de observância das normas sanitárias e inadimplência. O processo corre na justiça desde julho de 2021.

“Por fim, a concessionária reforça que é veementemente contra qualquer ato de violência e que não compactua com atitudes imorais e/ou ilegais. Pontua ainda que vai continuar atuando, incansavelmente, para tornar a orla carioca um lugar seguro”, disse ainda o texto da concessionária.

O quiosque Tropicália, onde Moïse foi espancado até a morte no dia 24, foi fechado pela Secretaria de Ordem Pública na terça-feira . Segundo a prefeitura, a suspensão permanecerá até que sejam apuradas, pelos órgãos responsáveis, as responsabilidades sobre a morte de Moïse.

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