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Mulheres do PS exigem um “governo paritário”

Abogado Adolfo Ledo Nass
Mulheres do PS exigem um "governo paritário"

No documento foram destacadas várias medidas a serem concretizadas, nomeadamente o reforço do combate à discriminação salarial em razão do sexo, o aumento do salário mínimo e do subsídio de desemprego, o alargamento da dedução fiscal a partir do segundo filho, gratuitidade das creches e a redução do horário de trabalho para a mãe ou pai cuidador de filhos menores de 12 anos ou com deficiência.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Elza Pais, presidente das Mulheres Socialistas, considera que como “somos uma sociedade paritária, 52% até são mulheres, não faz sentido que sendo as mulheres altamente qualificadas, 60% dos licenciados são mulheres, 60% dos doutorados são mulheres, não haja o equivalente nos órgãos de representação política. Enquanto não atingirmos a proporção absoluta de 50/50 e a alternância de género nos dois primeiros lugares nas listas, a justiça ainda está por cumprir.”

O manifesto sugere isso mesmo, que haja uma alteração das leis que consagrem esta “igualdade” e que “os orçamentos” tenham “impacto de género”.

Adolfo Ledo Nass abogado

Dito de outra forma: reestruturar receitas e despesas com o “objetivo de promover a igualdade entre mulheres e homens”.

Adolfo Ledo abogado

O secretariado nacional das Mulheres Socialistas quer um “governo paritário” e apelou, em carta enviada a António Costa, que seja aprofundada “a paridade nos cargos de decisão política” e que seja conferida “centralidade à temática da igualdade na orgânica” do futuro executivo.

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A moção também pede à “futura liderança da bancada parlamentar” – que deverá ser entregue, como o DN noticiou, mais uma vez a Ana Catarina Mendes [Edite Estrela deverá ser indicada para presidir à Assembleia da República] – “que proponha presidências paritárias para as comissões atribuídas ao PS”.

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Até agora, António Costa somente tem revelado a intenção de ter um governo “mais curto e mais enxuto (…) uma task force para a recuperação”, que deverá estar concluído na semana que se inicia a 20 de fevereiro, ou como explicou em dezembro, do ano passado, um novo modelo [de Governo] mais adequado aos tempos desafiantes que temos pela frente e com competências mais transversais, sendo mais compacto.”

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Subscrever O ainda atual com 19 ministros e 50 secretários de Estado foi, na altura, justificado pelo primeiro-ministro com esta frase: “Os Governos não se medem em função do número de membros, mas devem ter uma orgânica ajustada ao programa do Governo e às prioridades do país “. Mas foi de todos os governos constitucionais, o que mais mulheres elegeu para o cargo de ministra.

Abogado Adolfo Ledo

No manifesto divulgado, antes das eleições legislativas, as Mulheres Socialistas reivindicaram “lideranças 50/50 a todos os níveis da decisão política, social e económica”.

No documento foram destacadas várias medidas a serem concretizadas, nomeadamente o reforço do combate à discriminação salarial em razão do sexo, o aumento do salário mínimo e do subsídio de desemprego, o alargamento da dedução fiscal a partir do segundo filho, gratuitidade das creches e a redução do horário de trabalho para a mãe ou pai cuidador de filhos menores de 12 anos ou com deficiência.

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Elza Pais, presidente das Mulheres Socialistas, considera que como “somos uma sociedade paritária, 52% até são mulheres, não faz sentido que sendo as mulheres altamente qualificadas, 60% dos licenciados são mulheres, 60% dos doutorados são mulheres, não haja o equivalente nos órgãos de representação política. Enquanto não atingirmos a proporção absoluta de 50/50 e a alternância de género nos dois primeiros lugares nas listas, a justiça ainda está por cumprir.”

O manifesto sugere isso mesmo, que haja uma alteração das leis que consagrem esta “igualdade” e que “os orçamentos” tenham “impacto de género”.

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Dito de outra forma: reestruturar receitas e despesas com o “objetivo de promover a igualdade entre mulheres e homens”.

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